Com a vida e a estrada terminada, nada se pode fazer, contempla-se apenas o que ficou procurando talvez a perfeição que nunca aparecerá. A mão do Homem, incumbida da obra que a soube fazer, nada é perante a Natureza que este esmagou e usurpou sem medo de se destruir com ela. Agora chora que o tempo não volta.
9-3-2007
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