Sorrisos

hehe... hehehehe... he... he...

...para onde vão os dias que passam..?

domingo, 22 de fevereiro de 2009

small acts of kindness

Quando irá acabar esta busca por aquilo que sou, onde estou. Algum dia acabará? Os momentos, as pessoas, arrastam-me e imobilizam-me, tocam-me sem pudor. Esta realidade confusa, certo e errado. Será que estou a lutar? Será que estou a lutar pelo que é certo, pelo que me dará paz? Num mundo cada vez mais às avessas, que me atravessa sem me dar resposta faceis nem nenhumas por vezes. Arrasto-me embriagada pelas ruas em busca de algumas respostas ou apenas para tentar esvaziar a cabeça mas ela lateja ao beber mais do que vejo enquanto me desloco. Assim a informação estagna enquanto é absorvida.

E eu sou absorvida em labirintos confusos e turtuosos das questões miseráveis e incofessaveis. Tambem eu sou miseravel ao confundir-me com incertezas, o "não saber " que me revolta e ao mesmo tempo me apazigua a alma em serenatas de sonhos. Sou inconfessável quando me misturo na mancha da multidão revoltada e frustrada com este mundo incomunicável que me faz lutar e acreditar que há algo melhor, talvez este mundo seja um alento... Penso inumeras vezes em situações ocasionais, triviais, o meu posionamento, entendimento, o que absorvo disto? O que realmente me toca, renova...?

Por vezes caio em momentos gastos, situaçãoes saturadas em que quase tuso é velho e quase sabido o final. Estes tambem me param no tempo perguntando-me se vale a pena e aí murmuram mais questões na minha cabeça que quase rebenta mexendo no meu intimo, mais uma vez, quem sou onde estou...

Mirabolar fantasias e utupias faço-o vezes sem conta idealizando mundos justos. -São possiveis- afirmo fortemente. Mas não, não é assim e eu caio novamente quando oisso mais uma vez nessas noticias sujas quantos morrem por nada, sem nada, oprimidos, rebaixados e sem identidade. Então questiono mais uma vez o inquestionável e custa a percebe-lo, diz apenas: não estou aberto a perguntas.

TrApAlHãO

Num gesto trapalhão,
apaixonante.
Vem feliz rua fora,
caminhante do céu.
Sempre sorridente,
carrega mil sonhos,
a emoção de ser grande,
não ultrapassa a de ser criança.
Intrigado,
a questionar o mundo
e a acreditar na viagem
mesmo, nos mais impossíveis momentos.
Assim também me apaixonei,
por tal criatura que respeitosamente me invadiu,
tonto Pricipezinho.
Magia estrelar,
energia vital.
Apareceu-me pestanudo,
olhos de amêndoa,
perguntaram por mim,
respondi meia trave.
Então na 19ª Primavera,
limitei-me a senti-lo,
o beijo.
A imaginação passou a real
e mesmo assim é fantasia.
Emocionante,
Bonequinho que me levita.

26-10-2008

22:44

Nem pouco nem muito


Caminhos perdidos e nunca caminhados, encontrei-os no fim da minha rua,
talvez daí o meu espanto. Impertinentemente trilhei-os. O que sempre igual
fora agora noutra matiz se apresenta e quanto mais ando, mais procuro
semelhanças com o caminho já conhecido, mas nada, na verdade a única
coisa que faz ter a certeza de que é o fim da minha rua é o facto de ter saído
de casa e percorrido o caminho que sempre me lá levou. Apresenta-me de
novo o caminho se calhar nem o havia conhecido como julgava, apenas
passava e sabia que era o fim da minha rua, hoje que o observei não o conheci.
Nem pouco nem muito fui até ao fim da minha rua e não a reconheci.


19/Ago/2008 12:45

domingo, 27 de julho de 2008

A Estrada Terminada

Com a vida e a estrada terminada, nada se pode fazer, contempla-se apenas o que ficou procurando talvez a perfeição que nunca aparecerá. A mão do Homem, incumbida da obra que a soube fazer, nada é perante a Natureza que este esmagou e usurpou sem medo de se destruir com ela. Agora chora que o tempo não volta.

9-3-2007

terça-feira, 8 de julho de 2008

Começo por respirar fundo

Sozinha no café, sentada, sozinha, escrevo sozinha sobre estas linhas. Cansada do que vi ansiosa pelo que não vi, triste, sozinha vejo-me. Não sei do medo nem da vontade, não sei de nada que parece nada. Amores, os tenho sozinha, não os visiono. Escapa-me o entendimento por entre os dedos, fico sozinha na contemplação da minha ruína. Quem nunca se lembro do que mal vai? Onde me aparece algo melhor, pior fica. A culpa não é minha. O que me persegue na solidão da minha vida? Rasgos de companhia que logo se desvanecem na minha memória mal acompanhada. Regozijar-me-ei quando a solidão passar a ser algo que apenas possa idealizar no meu pensamento, mais, ainda, quando os amores forem deveras verdadeiros para comigo. Até lá aguardo pelo “sei lá”…

18-1-2006

15h30min



domingo, 10 de fevereiro de 2008

epha nem sei o que diga...

Estou um bocado atrasada mas mesmo assim acho que vou a tempo...






O Carnaval foi fixe e passei-o com duas escolas...




António Arroio 1/2/08
















Tudo ao molho e fé em ...


























O Nelson e o Trovador...











Chapitô em que o tema foi: As Etnias


5/2/08
















Orientais





































Americanos





























Latinos
























Os Africanos




























entre outros...

sábado, 10 de novembro de 2007

Reciclagem

A reciclagem é o reaproveitamento dos materiais como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita tratamento final, como aterramento, ou incineração. O conceito de reciclagem não deve ser confundido com o de reutilização.[carece de fontes?]
A palavra reciclagem difundiu-se nos media a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de lixo e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).
Em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.
Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.
Brinquedos reciclados o maximo... nesta pagina: http://www.bugigangue.com.br/bugigangue/html/materias/ComoQfaz/menu_CQF.htm